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Deputado Ricardo Vale vai ao Itamaraty acertar detalhes da viagem oficial ao Peru

Deputado Ricardo Vale vai ao Itamaraty acertar detalhes da viagem oficial ao Peru

Os Deputados distritais Ricardo Vale (PT) e Wellington Luiz (PMDB) estiveram reunidos na tarde de hoje (19) com ministra Luiza Lopes da Silva, diretora do Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior. O teor da conversa foi sobre a viagem oficial que os dois parlamentares farão ao Peru por conta do desaparecimento do jovem brasiliense Artur Pascoali, em 2012, naquele País.


Ricardo Vale, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, Cidadania, Ética e Decoro Parlamentar, e Wellington Luiz, presidente da Frente Parlamentarem Apoio às Famílias de Pessoas Desaparecidas, vão representar o Legislativo do Distrito Federal junto às autoridades peruanas. A principal missão será cobrar agilidade nas investigações sobre o desaparecimento de Artur Pascoali.


O roteiro de audiências e diligências no país vizinho está sendo definido pelo Ministério das Relações Exteriores e Embaixada do Peru. Este foi o primeiro encontro da ministra Luiza Lopes da Silva com representantes da CLDF, estreitando as relações institucionais entre as instituições. “A ministra repassou informações muito importantes, que vão nos auxiliar no acompanhamento do caso”, destacou Ricardo Vale.


Histórico  

O brasiliense Artur Pascoali, com 19 anos quando desapareceu, cursava Artes Cênicas na UnB, mas decidiu suspender o curso para uma viagem de seis meses pelos países da América Latina. Artur falou com a mãe no dia 20 de dezembro de 2012 e, depois desse dia, nem ela ou outro familiar teve qualquer notícia do jovem.
Obstinados em saber o que aconteceu com o filho, os pais de Artur passaram muitos meses no Peru em busca de evidências que pudessem desvendar o que de fato aconteceu. Depois de muitas idas e vindas, o casal Pascoali conseguiu que a polícia peruana investigasse o caso como delito criminoso – e não como desaparecimento de pessoa. Com a retomada das investigações, a polícia encontrou vestígios de sangue na casa do dono do bar para quem Artur trabalhava antes de sumir.
As manchas foram descobertas com o uso de luminol, sustância que, quando borrifada no ambiente, aponta resquícios de sangue, mesmo que elas já tenham sido removidas. Durante o procedimento, a polícia descobriu uma poça de sangue de dois metros quadrados. O material foi coletado por peritos para exames que vão apontar se o sangue era do rapaz.
O sangue foi coletado em 30 de julho em um casebre em Santa Teresa, um distrito da província de La Convención, em Cusco. A amostra precisa ser levada a um laboratório forense em Lima para ser comparada com o DNA do pai do rapaz. Ocorre que as últimas informações dão conta de que o material sequer saiu de Cusco até o momento. Esta é uma das razões da viagem de Ricardo Vale e Wellington Luiz ao Peru.


"O mais importante da viagem é que nós vamos pedir ao governo peruano, em nome do parlamento de Brasília, celeridade nas investigações. Artur é um cidadão brasiliense e nós vamos nos empenhar ao máximo para descobrir o que aconteceu com esse jovem e, a partir deste caso, ajudar as famílias vitimas de desaparecimento no DF”, afirmaram os distritais. Eles embarcam no dia 30 de novembro e retornam a Brasília no dia 6 de dezembro.
No DF - A Polícia Civil do Distrito Federal registrou 1.500 ocorrências de pessoas desaparecidas na capital federal no primeiro semestre deste ano – uma média de oito casos por dia. No mesmo período, a corporação afirma ter encontrado 218 pessoas. De acordo com a polícia, crianças e idosos estão entre a maioria dos casos. Samambaia, Ceilândia, Paranoá e Recanto das Emas são as regiões que mais registraram desaparecimentos.

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